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MUSICA SE EU TIVESSE UM CANUDINHO BAIXAR


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Sumire queria ser como um personagem de um romance de Kerouac — selvagem, fria, devassa. Medindo comprimentos. Na maquete, sua altura é de 20 cm. Encerrou por aquele dia. Eu aceito. Quanto gastou cada um? Me recusei a me comunicar com alguém. Ou que, pelo menos, deveria ali residir. Eu fiquei quieta. Precisamos subdividir a unidade de medida:. Fumar era um vício, e vícios eram fraquezas. Ainda assim, Miu escutou encantada, como se ouvisse os costumes fascinantes de uma terra distante. Tenho de fechar o piano e descer do palco. Quando me irrito, tendo a quebrar coisas. Com base nessas ideias podemos escrever: 1. A da direita mais profunda que a da esquerda. Ou nunca em tudo.

Ratto - Se Eu Tivesse Um Canudinho (música para ouvir com letra), salve a música na sua playlist e escute quando quiser!. Se eu tivesse um canudinho / Eu chupava você pra dentro do meu mundinho / Pra comigo viver pra comigo viver / / Se eu tivesse um canudinho / Eu me enchia . Se eu tivesse um canudinho / Eu chupava você / Pra dentro do meu mundinho / Pra comigo viver / Pra comigo viver / Se eu tivesse um canudinho / Eu me. Se eu tivesse um canudinho. Eu chupava você pra dentro do meu mundinho. Pra comigo viver pra comigo viver. Se eu tivesse um canudinho. Eu me enchia de. Letra e música de “Canudinho“ de Ratto. Se eu tivesse um canudinho, eu me enchia de você. E acabava com o vazio, o vazio de viver. Se eu pudesse te.

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Editar playlist. Pretendia fazer um jantar simples e assistir a uma partida de futebol na tevê. Excitado, sozinho e livre, sem incomodar ninguém, e sem ninguém me incomodar. Quando cheguei em casa, havia uma carta na caixa de correio. Uma escrita hieroglífica, compacta, dura, intransigente. Escrita que lembrava os besouros descobertos dentro das pirâmides do Egito.

Como se fosse rastejar e desaparecer nas trevas da história. Sentei-me em uma cadeira na cozinha, abri o envelope com uma faca e li a carta. Deve ter precisado de muito tempo para escrever tanto. Como vai? Imagino como deve estar surpreso por receber, de repente, uma carta minha de Roma. Roma é um pouco turística demais. Se bem que, tenho de admitir, é difícil acreditar que estou aqui, em Roma. Esta viagem à Europa aconteceu inesperadamente, logo depois de eu me mudar.

Foi uma loucura total durante alguns dias — providenciar correndo o passaporte, baixar malas, concluir alguns trabalhos. Isto é, aquelas de que me lembro. Realmente gosto do novo apartamento. Graças ao que, agora, sou como você, levo uma vida de fazenda de dormir-cedo-levantar-cedo.

Começo a saber, entenda bem. É difícil pôr isso em palavras, mas acho que é como se eu estivesse dormindo profundamente e alguém tivesse vindo e me desmembrado, e me recomposto apressadamente.

Os meus olhos me dizem que sou a mesma de antes, mas tem alguma coisa diferente, que destoa do de sempre. Acho que é esta a palavra Se estivéssemos ainda mais distantes, sei que me sentiria ainda mais só.

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Gosto de pensar que você sente o mesmo. De qualquer maneira, aqui estamos Miu e eu, percorrendo a Europa. Portanto, toda a agonia que sofri acabou compensando. Fomos a alguns estabelecimentos vinícolas na Toscana e, depois de tratar dos negócios, passamos algumas noites em um hotelzinho encantador, e, por fim, chegamos a Roma. Miu dirigiu todo o percurso. Se, pelo menos, pudéssemos ficar assim para sempre. Vestidos, sapatos, roupas íntimas. Ela é uma compradora perita, escolhe apenas as coisas mais sofisticadas e compra somente as mais seletas.

Como que experimentando a parte mais saborosa do prato. Muito elegante e charmosa. Quando a observava escolher uma meia de seda e roupa íntima cara, quase perdia o fôlego. Gotas de suor pipocavam na minha testa. O que, pensando bem, é muito estranho. Afinal, sou uma garota. Acho que chega de falar de compras — além do que, escrever sobre tudo vai fazer a carta ficar longa demais. Nos hotéis, ficamos em quartos separados. Olhei de relance ela sair do banho com uma toalha enrolada no corpo, e ela mudando de roupa.

Miu tem um corpo realmente bonito. Muito esguia, traseiro firme, uma mulher atraente em todos os aspectos. Gostaria que você tivesse visto, se bem que é um tanto esquisito eu dizer isto.

Eu me imaginei sendo abraçada por esse corpo esguio, flexível. Todo tipo de imagem obscena passou pela minha cabeça, quando eu estava deitada na cama, no mesmo quarto com ela, e senti esses pensamentos me empurrando, gradativamente, a outro lugar. Foi um sofrimento. Mas, ainda assim, vou em frente — só para ter os fatos anotados. Na noite passada, fomos a um concerto em Roma.

Eu adoro essa peça. O regente foi Giuseppe Sinopoli. Pensando bem, talvez tenha sido perfeita demais para o meu gosto. Miu e eu concordamos nesse ponto. Sempre fui assim. Além do mais, acabou o papel. Miu foi visitar uma velha amiga em Roma, e eu perambulei pelas ruas próximas ao hotel e decidi dar um tempo neste café, com que esbarrei por acaso, e aqui estou eu escrevendo sem parar para você.

Como se eu estivesse em uma ilha deserta e enviasse uma mensagem dentro de uma garrafa. Ou mesmo fazer compras. É o bastante ficar simplesmente sentada aqui, em um café, farejando o cheiro da cidade, como um cachorro faria, ouvindo as vozes e ruídos, e olhando, atentamente, a cara das pessoas que passam.

É como eu me sentia quando ligava para você no meio da noite e encerrava a conversa e saía da cabine de telefone. O que acha? De qualquer jeito, por favor, reze por minha felicidade e boa sorte. Preciso de suas orações. Até, por enquanto.

Provavelmente estarei de volta a casa mais ou menos no dia quinze de agosto. Cinco dias depois, chegou uma segunda carta, postada em alguma obscura aldeia francesa. Uma carta mais curta do que a primeira. Miu e Sumire tinham entregado o carro alugado em Roma e pegado um trem para Veneza.

A maior parte dos concertos foi apresentada na igreja em que Vivaldi havia servido como padre. Deram um tempo em Paris, comprando um pouco mais, em seguida embarcaram em um trem para a Borgonha.

Um dos bons amigos de Miu era dono de uma casa imensa, na verdade uma quinta, onde ficaram. Nas tardes livres, levavam uma cesta de piquenique com o lanche, e saíam a caminhar pela floresta próxima. Depois de terminarmos o trabalho na França, talvez tiremos férias breves em uma ilha grega. O senhor inglês que conhecemos aqui — um verdadeiro cavalheiro — possui uma casa na ilha e nos convidou a permanecer nela o tempo que quisermos.

Grandes novidades! Miu também gostou da idéia. Precisamos descansar do trabalho, um tempo para relaxar. Nós duas deitadas nas praias brancas do Egeu, dois belos pares de seios apontando para o sol, tomando vinho com perfume de resina de pinheiro, apenas observando as nuvens passarem.

O evento já encerrou...

Com certeza, pensei. No caminho de volta para casa, passei por um café com ar-condicionado e li durante uma hora.

Quando cheguei em casa, ouvi os dois lados de um velho LP, enquanto passava a ferro três camisas. Ao terminar de passar, bebi um vinho barato que tinha comprado em oferta, misturado com Perrier, e assisti à partida de futebol que eu tinha gravado. Toda vez que via um passe que achava que nem eu mesmo faria, balançava a cabeça e suspirava. Deitada na praia, observando as nuvens passarem. De qualquer maneira, ela estava muito longe de mim.

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Ela estava muito, muito longe. E, provavelmente, o futuro podia ser descrito em poucas palavras: Sumire se tornaria cada vez mais distante. Isso me entristeceu. Sumire disse que sentia falta de mim. Tudo o que eu tinha era — eu. Como sempre. Uma idéia excelente. Após o bipe sem vida, deixei o meu nome e uma mensagem simples para ela me ligar quando chegasse. Provavelmente ela e Miu acharam a ilha grega divertida demais para terem vontade de partir.

No intervalo entre as minhas duas chamadas, fui o técnico de um treino de futebol na minha escola e dormi uma vez com a minha namorada. Quando a abracei, pensei em Sumire na ilha grega. Era uma mulher bonita, ativa, gentil. Usava maquiagem um pouco excessiva para o meu gosto, mas se vestia com elegância. Ela se preocupava por se achar um pouco gorda, mas nem precisava.

Sabia até onde ir e quando parar — na cama e fora da cama. Fazia-me sentir como se estivesse voando em primeira classe. Um véu fino, transparente, sempre se introduziu entre nós. Silêncios constrangidos nos aconteciam o tempo todo — particularmente quando nos despedíamos. Isso nunca aconteceu comigo e Sumire.

Como sempre em tais momentos, senti-me a pessoa mais infeliz do mundo. Engoli rapidamente o drinque e pedi mais um. Fechei os olhos e pensei em Sumire. Sumire de topless, tomando sol nas areias brancas de uma ilha grega. Eu sentia o cheiro de pizza. Quando a minha juventude escapuliu de mim? Pensei, de repente. Ainda ontem eu estava crescendo.

E agora, ali estava eu, dentro de um circuito fechado, girando minhas rodas. Eu tinha de. Nessa noite, recebi um telefonema da Grécia. Era Miu. O homem disse o meu nome de novo. Afastei um pouco o telefone do ouvido, esperando escutar a sua voz. Alguma coisa rígida e dura atravessou o telefone, como nuvens de gelo seco, e penetrou em meu quarto, despertando-me completamente.

Tentei muitas vezes até, finalmente, conseguir. O mais cedo que puder. Falei a primeira coisa que me passou pela cabeça.

Uma pausa enquanto Miu recobrava o fôlego. Mas acho que ela gostaria que você viesse. Tenho certeza disso. Pagarei a passagem de ida e volta. Quanto mais cedo melhor. Basta que compre o bilhete. Primeira classe, como você quiser. O novo semestre na escola começava em dez dias. Eu tinha sido escalado para ir duas vezes por semana à escola, durante esse intervalo, para cuidar de alguns assuntos, mas poderia conseguir alguém para me cobrir.

Mas aonde exatamente devo ir? Ela me disse o nome da ilha. Anotei na parte de dentro da capa de um livro na mesa de cabeceira. O nome soava vagamente familiar. Vai vir? É só que Desliguei o telefone e saí da cama. A resposta foi sim. Peguei um atlas grande na estante de livros para localizar a ilha de que Miu tinha falado. Uma pequena ilha perto da fronteira com a Turquia. Em seguida, juntei todo o dinheiro que tinha na casa e o enfiei na minha carteira. Pus algumas roupas em uma sacola de vinil e joguei dentro um nécessaire.

E dois romances de Joseph Conrad que eu pretendia reler. Talvez eu precisasse. O que, evidentemente, seria o melhor resultado para todos os envolvidos. Isso tudo arranjado, apaguei a luz, afundei a cabeça no travesseiro e tentei voltar a dormir.

Eram três e pouco e eu ainda podia tirar um cochilo antes de amanhecer. Suas palavras foram vagas, abstratas, repletas de ambigüidades. Mas havia dois fatos no que ela tinha contado. Anotei os dois em um bloco de notas. Aconteceu alguma coisa com Sumire.

Sumire também, Miu acha, quer que eu faça isso. Olhei para o bloco de notas. E sublinhei partes das duas frases. Mas estava certo de que tinha sido algo ruim. Sentei-me na cadeira, os pés na mesa, lendo um livro e esperando pela primeira luz que se manifestasse. Pareceu levar a vida toda.

Ao amanhecer, embarquei na Chuo Line para Shinjuku, pulei para dentro do Narita Express e cheguei ao aeroporto. Em Atenas, pegaria o vôo doméstico da Olympic Airways para Rodes.

O pessoal da KLM tratou de tudo. Se tudo corresse bem, eu faria as duas conexões sem problemas. O bilhete deixava em aberto a data da volta, eu poderia retornar em qualquer dia nos três meses seguintes.

Bagagem para despachar? Em seguida, comprei um guia da Grécia na livraria. Nem uma vez na vida tinha pensado na possibilidade de ir à Grécia. Quase meio-dia, liguei para uma das minhas colegas professoras. Sem problemas, replicou ela. E escolha uma lembrança para mim, se puder, o. Só iria entender isso mais tarde. O mundo tinha perdido todo senso de realidade. As cores eram artificiais, os detalhes crus.

O fundo era de papel machê, as estrelas feitas com lâminas de alumínio. Dava para ver a cola e a cabeça dos pregos mantendo tudo junto. Comunicações pelo alto- falante entravam e saíam rapidamente da minha consciência. Nenhum de nós dois sabia nada que realmente importasse, nem tínhamos capacidade para retificar isso.

Era como se tivesse engolido um céu nublado. Gostaria de beber algo gelado? Pensei por um momento e pedi uma cerveja. Ela me trouxe uma toalhinha gelada, uma Heineken e um saquinho de amendoim salgado. Depois de enxugar o suor no rosto e beber metade da cerveja, me senti melhor. E consegui dormir um pouco. Eu queria dormir mais um pouco, de modo que tomei algumas doses de uísque e, quando acordei, jantei um pouco. Queria manter a mente vazia e, quando acordei, concentrei-me na leitura de Conrad.

Estavam todos bronzeados, usando camisetas de mangas ou sem mangas e shorts de jeans cortados.

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A maioria dos rapazes estava deixando a barba crescer ou, talvez, tivessem se esquecido de se barbear , e o cabelo desgrenhado era preso em um rabo-de-cavalo.

Tinha, até mesmo, esquecido de trazer uns óculos escuros. Mas quem poderia me censurar? Poucas horas antes, estava em meu apartamento em Kunitachi, preocupado com o que deveria fazer com o lixo. No aeroporto de Rodes, perguntei à recepcionista onde poderia pegar a barca para a ilha.

A barca estava em um porto próximo. Se eu me apressasse, talvez pegasse a do fim da tarde. O céu estava sem nuvens, nenhum sinal de chuva. O sol cozia os muros de pedra das casas. Comecei a me perguntar se estaria no lugar certo. Entretanto, os letreiros brilhantes em letras gregas, anunciando cigarros e ouzo,[7] que tomavam conta da estrada do aeroporto à cidade, disseram-me que, com certeza, eu estava na Grécia.

A barca da tardinha ainda estava no porto. Era maior do que eu tinha imaginado. Comprei a passagem e subi. Mal tinha me sentado em uma espreguiçadeira, o cabo atado ao cais foi solto e o motor, posto em movimento. Dei um suspiro e olhei para o céu. Eram cinco da tarde, mas o sol ainda estava no meio do céu, seu brilho ofuscante.

A brisa soprava da proa, sob o toldo de lona, e sobre mim, e aos poucos fui-me sentindo mais calmo. As emoções sombrias que haviam me tomado na sala de espera no aeroporto de Narita tinham desaparecido.

Se bem que persistisse um gosto amargo. A grande maioria dos passageiros era gente local, principalmente velhos que tinham ido tratar de algumas coisas em Rodes e retornavam para casa.

Também havia alguns soldados jovens. E dois viajantes hippies, com mochilas pesadas, sentados no convés. Os dois com as pernas finas e o olhar inflexível. Havia uma adolescente grega, usando uma saia comprida. O cabelo comprido voava na brisa, enquanto ela falava com uma amiga.

Um sorriso delicado insinuava-se no canto de sua boca, como se algo maravilhoso estivesse para acontecer. Seus brincos dourados cintilavam ao sol. A maioria era mais rochedos no mar do que ilhas propriamente ditas, completamente desertos.

Aves marinhas brancas descansavam no topo dos penhascos, sondando o mar por peixes. Ondas quebravam-se aos pés dos rochedos, criando uma orla branca deslumbrante. Ocasionalmente, eu localizava uma ilha habitada. Barcos de cores vivas balançavam-se na enseada, os mastros altos inscrevendo arcos ao oscilarem com as ondas.

Um velho enrugado sentado do meu lado me ofereceu um cigarro. Aceitei, grato, e continuei a olhar o mar mascando chiclete. Eram mais de sete horas quando a barca chegou à ilha. Como se, em uma placa imensa, o nome da ilha fosse escrito com letras gigantescas nos muros brancos de um edifício no porto.

Em frente ao porto, um café ao ar livre, onde as pessoas que tinham ido esperar a barca faziam hora até reconhecerem quem tinham ido buscar. Assim que desembarquei, procurei Miu. Os que tinham ido fazer compras seguiram a pé para casa, os excursionistas foram para os hotéis ou hospedarias.

Os dois caminhões e o Peugeot também desembarcaram e partiram ecoando seus motores.

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Eu estava morrendo de fome. Volta e meia, passava um habitante da ilha e me relanceava os olhos curioso. No quiosque próximo ao café, comprei um pequeno panfleto em inglês sobre a história e a geografia da ilha. E havia a pesca e o mergulho para pesca de esponja. Por isso, a partir do começo do século XX, a maior parte dos ilhéus imigrou para a América. A maioria foi para a Flórida, onde puderam aplicar melhor suas habilidades na pesca e no mergulho.

Havia, até mesmo, uma cidade na Flórida com o nome da ilha. Perto do porto civil, havia um segundo porto, menor, onde ancoravam as embarcações militares que faziam o patrulhamento. Com a fronteira turca próxima, os gregos queriam impedir a travessia ilegal e o contrabando. Por isso havia soldados na cidade. Finalmente, os turcos a invadiram.

Seu governo foi draconiano, segundo o panfleto. Depois, veio Hitler. Até onde entendi lendo o panfleto, essa era uma ilha grega típica. Li tudo isso para manter minha mente desligada da fome que eu sentia.

Fechei o panfleto e tornei a olhar em volta. Os velhos no café, como se estivessem competindo em um concurso de olhar fixo, contemplavam incessantemente o mar. O sol, finalmente afundando no mar, iluminou diretamente a mulher, cuja saia branca até o joelho ondulou ligeiramente enquanto ela descia os degraus de pedra. Calçava tênis, e suas pernas eram as de uma menina.

Usava uma blusa verde-clara sem mangas, um chapéu de aba estreita e carregava uma bolsa de pano a tiracolo. Sentei-me quase que por reflexo, depois, tornei a me levantar. A mulher tirou os óculos escuros e disse meu nome. E nunca pensei que você estaria aqui hoje. Miu olhou diretamente em meus olhos e sorriu levemente. E você? Levou-me a uma taberna em uma rua lateral, próxima ao porto. Gosta de peixe? Miu falou com o garçom, fazendo o pedido em um grego rudimentar.

Sem brindes e sem mais delonga, servimo-nos de vinho e começamos a beber. Miu era linda. Tudo o que posso afirmar é que, naquele momento, eu a vi como uma mulher extremamente atraente.

Um era uma simples aliança de ouro. Miu sorriu radiante. Segundo Sumire, ela devia ter trinta e oito, trinta e nove anos.

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E, realmente, parecia ter essa idade. Com seu corpo esguio, sólido e um pouco de maquiagem, poderia passar facilmente por alguém que ainda completaria trinta. Miu deixava a idade subir à superfície naturalmente, aceitava-a como era e estava em paz com ela.

Miu pôs uma azeitona na boca, pegou o caroço com os dedos e, como uma poeta que acerta na cadência de seu poema, graciosamente desfez-se dele em um cinzeiro. Tomou um gole de vinho. Ela prosseguiu. A história em si é sutil. Mas vamos comer primeiro. Além disso, aqui é um tanto barulhento para se conversar. O restaurante estava cheio de gregos gesticulando e conversando turbulentamente. Dentro em pouco, o garçom trouxe um prato abarrotado de salada grega e uma grande beluga grelhada. Durante certo tempo, nos concentramos em comer.

Como ela disse, cada coisa a seu tempo. O novo semestre começa em uma semana, repliquei, de modo que preciso voltar nessa data. Miu balançou a cabeça sem entusiasmo. O que prefere? Mas Miu insistiu em pagar. Fui eu que pedi que viesse, ela disse.

Em pouco tempo, provavelmente eu teria vindo por conta própria. É isso que estou querendo dizer. Miu refletiu um pouco e concordou. Por ter vindo. Quando saímos do restaurante, o céu era um grande borrifo de cores.

O tipo de ar que fazia a gente achar que, se o inalasse, os pulmões seriam tingidos do mesmo tom de azul. Famílias, casais, grupos de amigos. O perfume delicado da maré no fim do dia impregnava as ruas. Miu e eu andamos pela cidade. No lado direito da rua, enfileiravam-se lojas, pequenos hotéis e restaurantes com mesas na calçada. No lado esquerdo, o mar espalhava-se, ondas escuras quebrando, placidamente, no cais.

Você se importa? Estreitos degraus de pedra seguiam paralelos à encosta da colina. Fiquei sem fôlego primeiro e tive de parar para respirar um pouco. À medida que subíamos, as luzes do porto iam ficando menores e mais distantes.

Todas as atividades das pessoas que tinham estado do meu lado estavam absortas nessa série anônima de luzes. Era uma vista impressionante, algo que eu gostaria de recortar e pregar na parede da minha memória. O lugar em que Miu e Sumire estavam era um pequeno chalé com uma varanda de frente para o mar. Muros brancos e uma cobertura de telhas vermelhas, a porta pintada de verde-escuro.

Uma abundância de buganvílias vermelhas cobria o muro baixo de pedra que circundava a casa. Ela abriu a porta sem tranca e convidou-me a entrar. O chalé era agradavelmente fresco. As paredes eram de reboco branco, com algumas pinturas abstratas. Dois quartos e um banheiro azulejado, pequeno, mas limpo. Quer beber alguma coisa? Ou prefere primeiro tomar um banho?

Acho que antes vou tomar um banho, eu disse. Lavei o cabelo e me barbeei. Sequei o cabelo e vesti uma camiseta limpa e um short. Senti-me quase de volta ao normal. Embaixo do espelho do banheiro, havia duas escovas de dentes, uma azul, outra vermelha. Eu me perguntei qual seria a de Sumire. Ofereceu-me um, mas o que eu queria mesmo era uma cerveja gelada. Peguei uma Amstel na geladeira e despejei em um copo longo.

Deixando-se afundar na cadeira, Miu ficou um longo tempo em silêncio. E, como eu disse antes, simplesmente sumiu feito fumaça. O empréstimo pedido por determinados produtores, quem comprou um novo Citroën. Esse tipo de coisa. Negociar vinho é como criar puros-sangues. Miu parou por um momento, para recuperar o fôlego. Às vezes, é mais conveniente ter outra pessoa em viagens desse tipo, e, além do mais, eu a tinha feito estudar italiano.

Senti dessa maneira, acho, porque havia algo especial que nos unia. Rimos e isso quebrou o gelo. Uma coincidência estranha, se pensar bem.

Eu me pergunto por que os russos deram esse nome a seu satélite. É apenas uma pequena massa de metal girando em torno da Terra. Em uma cidade, conheceu, casualmente, uma senhora espanhola idosa e conversaram em espanhol, ficando amigas. Essa senhora apresentou-a a um inglês hospedado em seu hotel.

Ele tinha mais de cinqüenta anos, um tipo de escritor, muito refinado e bonito. Tenho certeza de que era gay. Em outras palavras, este chalé em que estamos. Foi uma dessas excursões relâmpago, em que pulamos de um porto para outro, mas, ainda assim, me apaixonei pelo país. Sumire também aceitou rapidamente a oportunidade. Discutimos durante um certo tempo e acabamos acertando que eu enviaria uma caixa de vinho tinto à sua casa em Londres como agradecimento. Todo mundo, homens e mulheres, nada nu.

Nós também. A gente se sente como se estivesse em outro mundo. Nossos planos. Ali a igreja Tenho as chaves, mas vou dizer que pedi ao pastor na hora, para logo É desacato a autoridade! O comandante me entregou ou foi enganado também. Vai pra vala, todo mundo! Se renda, acabou. Cadê o Japa?

Ele estava algemado ali Que porr Falar nisto, vou fumar um chronic em homenagem ao Japahemp! Valeu, seu puto! Você também era da turma que freqüentava as "Dunas do Barato", no Rio? Acabo de ler uma belíssima reportagem numa revista italiana mostrando as drogas usadas pelos macacos, formigas, elefantes e outros animais que buscam o estado alterado de consciência.

Todo mundo usa droga!

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Ninguém nunca vai conseguir legislar a moralidade. Sempre estive na periferia do que era "in". Talvez até por falta de talento. Praticar e observar, constantemente, sem apego aos resultados, sem envaidecimento, sem desmerecimento. Segui esta natureza interior, dormindo quando tinha sono e comendo quando tinha fome, mas sem ter muito nada mesmo, apenas os vegetais, a semente da erva sagrada e o sussurrar tênue do mantra que o vento canta ao dançar com a relva da clarividência.

Eu era você em meu olhar que me acalmava e meninava nos sonhos fugidios. Com quantos mega-ohms possibilita a rega? Entre pela forma e saia pela forma, vamos aprender bonsaísmo? Disse ele me entregando a Dutch Stealth, serpenteava pela pedra e emergia com 3 centímetros e um caule bem grosso, finalizando no estilo vassoura, certamente poda FIM encima de poda FIM bem envelhecidas.

Sempre juntos e no caminho certo, com Deus! É por aí E do crack? E da raspa de tinta das paredes, ou do cocô de cachorro seco? E a guerra bacteriológica? Outra coisa estranha é que só tomava essas coisas que me fazem mal, como perfume e desodorante, quando tinha me separado de um namorado muito importante, graças a Deus só tive quatro Realmente a cocaína foi muito ruim, eu morava perto do morro e toda hora subia pra pegar uma mutuca de bagulho, tinha acabado a faculdade e estava longe do meu namorado, canceriana é muito ligada neste negocio de romance, e vou logo avisando, eu mudo com a Lua, e a noite Mas voltando a vaca fria, entrei na maior fria, me viciei, acabei com meu nariz, subia para pegar uns papelotes pros gringos que ficavam ali nos bares, até porque eles iam com umas gatinhas lindas, e descobri nesta época o meu bissexualismo, pelo menos por loiras Mas voltando a vaca frígida, e auto-fofoqueira, ele ficou sabendo das coisas que rolaram, eu contei, maldita boca, e acabamos brigando, e nem tinha loira por perto All right?!

Tio Sam, libera aí! Libera a flor da paz. This would be one hell of a novelty strain, just let it grow in you livingroom. I cant believe CC gave out seeds to members that asked, how's that legal? Marijuana vaporises best between degrees Celsius up to approx degrees Celsius. The best temperature range is degrees Celsius to degrees Celsius.

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Cantinho macerai mais hemp ainda - Página 3 - Literatura - Growroom

Lentamente, ventiladores cada vez maiores cercam a piscina-templo, tivemos que construir pilastras para eles, abaixo e no centro do Scrog-Totem também fica um poderoso ventilador, que ajuda a dispersar as gotículas de 1mícron geradas pelos cristais de quartzo da ultraponia.

O preconceito é o desrespeito que gera a guerra, a guerra dos poderosos contra os filhos de Jah. Que Jah continue nos iluminando e nos protegendo. Paz e Amor! Santa Maria! Te amo! Ainda temos tempo, mas precisamos afastar as pessoas para bem longe, longe da casa, num raio bem amplo, é possível que as raízes sejam realmente venenosas, antigamente nas cortes da Índia A Imagem é Fogo no lago, Ko. O Juiz, descrente do meu relato:.

Darcivil, boa sorte ou azar nas próximas colheitas. Só na maresia placebo O que vocês querem? Aperte Sim Senhor! You can post now and register later.

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Cantinho macerai mais hemp ainda Por macerai o hemp , October 9, em Literatura. Recommended Posts. Denunciar post. Postado February 10, Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites.

Postado February 12, Vai na fé, até o fim do mundo!